DayTrippers – Paixão em Viajar

Amsterdam: I AMsterdam

I Amsterdam!

O Curumim só chegaria na Europa um mês depois da gente, então era hora de mochilar um pouco no velho mundo. Sempre que falávamos de Amsterdam empolgávamos, nós dois adoramos a cidade quando estivemos lá em outras épocas mochilando. E dessa vez conhecemos juntos esse lugar que sempre consideramos uma ótima possibilidade para se morar na Europa. Ficamos na casa da Nienke, uma amiga holandesa que conheci no Vietnã, e a Angela, sua roomate gente finíssima que adoramos conhecer.

Pela frente, Amsterdam

Primeira providência foi alugar uma bike e ganhar liberdade de ir e vir, afinal nada melhor que pedalar na cidade das bicicletas. Amsterdam não é Paris, definitivamente. Pode-se encontrar bela arquitetura, mas o encantamento não vem da grandiosidade de uma torre ou um museu e sim do que é pequeno, dos detalhes, do se perder pelas vielas e canais, do esticar uma canga no parque e pegar um sol, da energia das pessoas.

Bikes a postos

Parques cheios no verão

Nos perdemos pela área onde estão concentrados os coffee shops e nos deixamos levar pela fumaça quente dos cafés charmosos de outras esquinas. E assim nossas bikes nos levavam, sempre com uma passagem pelo Voldenpark para um picnic ou um cochilo, para um lado e outro da cidade.

Pelos cafés

Pelos parques

Eis que dia 23 de julho, 3 dias depois do meu que foi na Argentina, era aniversário da Isa. Precisávamos comemorar! A Isa adora passeio de barco, ama queijo e vinho. Achei um passeio de barco pelos canais, com queijos e vinhos, (veja no link), começando no final da tarde e acabando a noite. Foi fantástico esse começo de aniversário. O barco deslizando tranquilo entre os canais cruzando casas barco, monumentos, construções históricas, tudo de um ponto de vista diferente. Como era dia de comemorar, assim que saímos do barco fomos para o Red Light District, área de prostituição legalizada na cidade, e também de agito noturno.

O passeio

Parabéns meu amor!

Garrafa de vinho na mochila, rodamos incansavelmente aquela babilônia com luzes vermelhas, casas de sows eróticos e mulheres na vitrine esperando um cliente disposto a pagar 50 euros pelos serviços de uma profissional. Sentamos em uma das pontes sobre os canais pra observar as luzes e as pessoas indo e vindo. Uma bela comemoração pros 30 da Isa.

Red Light Distreict

E na hora de ir embora, cadê a chave das bikes? Perdemos! Voltamos metade a pé, metade de taxi quando os 10 euros que tinhamos passaram a ser suficientes para chegar em casa. E no dia seguinte depois de voltar à pé para a cidade e pegar a cópia da chave foram 2 horas procurando o lugar onde havíamos estacionado as bikes. Meio de ressaca, não estava muito gostoso, mas valeu boas risadas.

Bikes encontradas!

Pra fechar com chave de ouro a Nienke providenciou um jantar de comida asiática e comemos juntos para nos despedirmos e combinarmos o próximo encontro pelo mundo com essa viajante viciada como nós.

Jantar de despedida com Nienke e Angela

Próximos passos

Saimos de casa as 5:47 para pegar o ônibus as 5:51 e o próximo as 6:09 e chegar na rodoviária as 6:32. Apesar de muito caro é incrível como funciona, eu estava desconfiado de tanta precisão mas lá estávamos a tempo de pegar nosso ônibus as 7:00 para a Suécia onde mora a irmã da Isa e onde ficamos até o Curumim chegar, matando a saudade e curtindo um novo país.

Deixar uma resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *